segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Acordos Climáticos

            Hoje, o problema climático mais agravante que o nosso planeta enfrenta é o aquecimento global, devido aos gases do efeito estufa. A fim de encontrar uma solução, são feitos painéis periodicamente que envolvem países de todo o mundo, onde serão discutidos os papeis que cada nação tem na poluição da Terra e o que está em sua capacidade de melhorar. Disso nasceram os acordos climáticos que em sua maioria implicam diversos países, e tem como objetivo mudar atitudes incorretas e conscientizar as populações.

             Um dos mais importantes acordos foi o Protocolo de Kioyo em 2005 que abrangeu ao todo 173 países, incluindo o Brasil, e foi o primeiro passo para a reduzir a emissão de gases do efeito estufa em uma escala mundial.

             Outro tratado mais recente foi o Acordo de Paris, selado durante a Convenção das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas em 2015. Esse acordo foi resultado de um plano de ação para limitar o aumento do aquecimento global a um valor inferior a 2ºC. o Conselho Europeu aprovou também a meta de redução das emissões de gases de estufa. Esta meta de, pelo menos, 40% de redução interna, será atingida coletivamente pela UE com a participação de todos os Estados-Membros até o ano de 2030.


             Na segunda feira passada, dia 12, Michel Temer ratificou o Acordo de Paris, deixando o Brasil muito perto de finalmente estabelecer suas metas para a redução em 37%, até 2025, e em 43%, até 2030 – tendo como parâmetro as emissões registradas pelo País em 2005.

             Para que o Acordo comece a entrar em movimento, é necessário que 55 países também o ratifiquem. No momento são 27 ratificações, incluindo os Estados Unidos a China, e agora o Brasil. Em termos práticos, o nosso país precisa descarbonizar a economia. A luta contra o desmatamento na Floresta Amazônia tem que continuar, assim como a massificação das energias renováveis ( que estão gerando emprego ).


             Em 2009, os países desenvolvidos combinaram que a partir de 2020, dariam 100 bilhões de dólares por ano aos países em desenvolvimento, como forma de ajuda para financiar a transição para energias limpas. Países que também quiserem ajudar, podem ser voluntários.